Saudações alvinegras!
Para manter a liderança do Campeonato Brasileiro, o Galo recebeu o Flamengo às 21 horas deste sábado, na Arena Independência.
Alerrandro substituiu Ricardo Oliveira, que não foi ao jogo de último momento, devido à uma virose.
Como vem sendo comum, o Galo envolveu o Flamengo desde os primeiros minutos comandando a partida, principalmente com as bolas aéreas.
O alvinegro não poupou esforços para balançar as redes, e foi aquela equipe organizada e bem postada, algo a que estamos acostumados sob o comando de Thiago Larghi.
A coletividade do Galo é algo a ser enaltecido, já que este é o ponto forte da equipe ultimamente.
O Atlético tinha maior posse de bola, mas não era apenas isso, o time sabia se aproveitar de todo esse domínio criando boas oportunidades.
Alerrandro, muito talentoso por sinal, desperdiçou grandes chances no decorrer do primeiro tempo, nos fazendo lamentar o "quase" tanto quanto ele.
A imparcialidade de Daronco foi notada, já que o professor optou por marcar faltas quando o rubro-negro atacava, enquanto fechava os olhos para as faltas sofridas pelos jogadores alvinegros. Alerrandro, por exemplo, foi empurrado por Thuler na área e o juíz simplesmente mandou seguir.
Dentre bolas na trave, chances chutadas para longe do gol e imparcialidade do juízão, fomos aos vestiários com o placar em igualdade, mas merecendo a vitória.
Na volta para a etapa complementar o Galo seguiu amassando o Flamengo. Na busca pelo seu gol, se manteve com o domínio do jogo e pressionou a saída de bola do rubro-negro que parecia apenas assistir ao Atlético, já que pouco fazia para vencer o jogo.
A aposta flamenguista era nos contra-ataques, mas estes também eram carentes de qualidade. Porém, quando já nos encaminhávamos para o fim do jogo, Everton Ribeiro nos mostrou que não existe justiça no futebol.
Aos 34 do 2° tempo, Vinícius Jr. apostou em um contra-ataque, ganhou a disputa com Emerson e entregou um baita presente à Everton Ribeiro, que só teve o trabalho de rolar a bola para o fundo dos barbantes de Victor.
Durante toda a partida, o Flamengo foi apenas um expectador, mas no fim das contas, foi o time de uma jogada só que conseguiu alcançar o triunfo por pura sorte.
O Galo teve maior posse de bola, criou com mais qualidade, buscou o jogo a todo momento e não se acovardou, justamente o contrário do que foi feito pelo rubro-negro, que após marcar seu gol, se fechou ainda mais.
Alerrandro nitidamente sentiu a pressão de ser aquele cuja responsabilidade é balançar as redes. Estamos falando de um garoto de apenas 18 anos, muito talentoso, é verdade, mas que precisa adquirir confiança. O peso da camisa alvinegra não anula seu potencial,mas sem dúvidas faz com que sua pouca experiência se sobreponha à todo seu esforço, já que a cobrança é muito grande quando se trata de um clube com a expressão do Galo.
Thiago Larghi, até muito criticado hoje, continua sendo um baita de um treinador, ao meu ver. Seu objetivo é sempre colocar o Atlético como aquele que comanda a partida e, consequentemente, tem mais chances de vencê-la. Muitas de suas falhas ao fazer alterações, deve-se ao fato de que temos um plantel limitado. Por exemplo: retirar um Cazares da partida é compreensível, pelo seu baixo rendimento, mas colocar um Thomás Andrade não nos inspirou nenhuma reação, já que não se trata de um jogador decisivo, tampouco de alguém com um talento excepcional.
Quando o resultado vem sem um bom desempenho é um motivo de preocupação, porém, quando acontece o contrário, pode-se dizer que estamos no caminho certo. O Galo mereceu um resultado positivo e a manutenção da liderança, mas o futebol é terra sem dono e, volto a dizer, não tem justiça.
Mesmo com o balde de água fria que foi esse revés diante do Flamengo, devemos seguir apoiando o bom trabalho de Thiago Larghi e seus comandados e nos fechar em torno do objetivo e única possibilidade de título do Galo na temporada.
Precisamos de reforços pontuais, é verdade. Um bom comandante para encaixá-los no nosso plantel de maneira produtiva nós já temos.
Não há nada acabado, estamos no início de uma longa caminhada. Perder qualquer ponto dentro de casa pode ser crucial na reta final do campeonato, disso não há dúvidas. No entanto, podemos compensar estes três pontos triunfando fora de casa, inclusive contra o próprio Flamengo.
Com a derrota, o Galo caiu para a terceira posição, somando os mesmos treze pontos do Fluminense, segundo colocado. Somos superados pelo tricolor pelo saldo de gols.
Nosso próximo desafio é encarar o Sport na Ilha do Retiro, às 19h30 de quarta-feira. O time pernambucano vem de uma boa vitória contra o Palmeiras, em São Paulo. Mesmo assim, temos totais condições de conseguir um bom resultado e caso haja uma combinação de bons resultados também nos jogos dos nossos concorrentes diretos, podemos até reassumir a liderança do Campeonato Brasileiro.
O que não pode e nem há de faltar é apoio.
#FalaGalo
Para manter a liderança do Campeonato Brasileiro, o Galo recebeu o Flamengo às 21 horas deste sábado, na Arena Independência.
Alerrandro substituiu Ricardo Oliveira, que não foi ao jogo de último momento, devido à uma virose.
Como vem sendo comum, o Galo envolveu o Flamengo desde os primeiros minutos comandando a partida, principalmente com as bolas aéreas.
O alvinegro não poupou esforços para balançar as redes, e foi aquela equipe organizada e bem postada, algo a que estamos acostumados sob o comando de Thiago Larghi.
A coletividade do Galo é algo a ser enaltecido, já que este é o ponto forte da equipe ultimamente.
O Atlético tinha maior posse de bola, mas não era apenas isso, o time sabia se aproveitar de todo esse domínio criando boas oportunidades.
Alerrandro, muito talentoso por sinal, desperdiçou grandes chances no decorrer do primeiro tempo, nos fazendo lamentar o "quase" tanto quanto ele.
A imparcialidade de Daronco foi notada, já que o professor optou por marcar faltas quando o rubro-negro atacava, enquanto fechava os olhos para as faltas sofridas pelos jogadores alvinegros. Alerrandro, por exemplo, foi empurrado por Thuler na área e o juíz simplesmente mandou seguir.
Dentre bolas na trave, chances chutadas para longe do gol e imparcialidade do juízão, fomos aos vestiários com o placar em igualdade, mas merecendo a vitória.
Na volta para a etapa complementar o Galo seguiu amassando o Flamengo. Na busca pelo seu gol, se manteve com o domínio do jogo e pressionou a saída de bola do rubro-negro que parecia apenas assistir ao Atlético, já que pouco fazia para vencer o jogo.
A aposta flamenguista era nos contra-ataques, mas estes também eram carentes de qualidade. Porém, quando já nos encaminhávamos para o fim do jogo, Everton Ribeiro nos mostrou que não existe justiça no futebol.
Aos 34 do 2° tempo, Vinícius Jr. apostou em um contra-ataque, ganhou a disputa com Emerson e entregou um baita presente à Everton Ribeiro, que só teve o trabalho de rolar a bola para o fundo dos barbantes de Victor.
Durante toda a partida, o Flamengo foi apenas um expectador, mas no fim das contas, foi o time de uma jogada só que conseguiu alcançar o triunfo por pura sorte.
O Galo teve maior posse de bola, criou com mais qualidade, buscou o jogo a todo momento e não se acovardou, justamente o contrário do que foi feito pelo rubro-negro, que após marcar seu gol, se fechou ainda mais.
Alerrandro nitidamente sentiu a pressão de ser aquele cuja responsabilidade é balançar as redes. Estamos falando de um garoto de apenas 18 anos, muito talentoso, é verdade, mas que precisa adquirir confiança. O peso da camisa alvinegra não anula seu potencial,mas sem dúvidas faz com que sua pouca experiência se sobreponha à todo seu esforço, já que a cobrança é muito grande quando se trata de um clube com a expressão do Galo.
Thiago Larghi, até muito criticado hoje, continua sendo um baita de um treinador, ao meu ver. Seu objetivo é sempre colocar o Atlético como aquele que comanda a partida e, consequentemente, tem mais chances de vencê-la. Muitas de suas falhas ao fazer alterações, deve-se ao fato de que temos um plantel limitado. Por exemplo: retirar um Cazares da partida é compreensível, pelo seu baixo rendimento, mas colocar um Thomás Andrade não nos inspirou nenhuma reação, já que não se trata de um jogador decisivo, tampouco de alguém com um talento excepcional.
Quando o resultado vem sem um bom desempenho é um motivo de preocupação, porém, quando acontece o contrário, pode-se dizer que estamos no caminho certo. O Galo mereceu um resultado positivo e a manutenção da liderança, mas o futebol é terra sem dono e, volto a dizer, não tem justiça.
Mesmo com o balde de água fria que foi esse revés diante do Flamengo, devemos seguir apoiando o bom trabalho de Thiago Larghi e seus comandados e nos fechar em torno do objetivo e única possibilidade de título do Galo na temporada.
Precisamos de reforços pontuais, é verdade. Um bom comandante para encaixá-los no nosso plantel de maneira produtiva nós já temos.
Não há nada acabado, estamos no início de uma longa caminhada. Perder qualquer ponto dentro de casa pode ser crucial na reta final do campeonato, disso não há dúvidas. No entanto, podemos compensar estes três pontos triunfando fora de casa, inclusive contra o próprio Flamengo.
Com a derrota, o Galo caiu para a terceira posição, somando os mesmos treze pontos do Fluminense, segundo colocado. Somos superados pelo tricolor pelo saldo de gols.
Nosso próximo desafio é encarar o Sport na Ilha do Retiro, às 19h30 de quarta-feira. O time pernambucano vem de uma boa vitória contra o Palmeiras, em São Paulo. Mesmo assim, temos totais condições de conseguir um bom resultado e caso haja uma combinação de bons resultados também nos jogos dos nossos concorrentes diretos, podemos até reassumir a liderança do Campeonato Brasileiro.
O que não pode e nem há de faltar é apoio.
#FalaGalo

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