Saudações alvinegras!
Pela 8° rodada do Campeonato Brasileiro, o Galo visitou o Sport, na Ilha do Retiro, com o objetivo de recuperar a liderança da competição.
Aconteceu mais uma vez: com maior posse de bola e também mais chances criadas ao longo do primeiro tempo, o alvinegro teve grandes oportunidades de abrir o placar, mas as desperdiçou. Sendo assim, fez valer o ditado "quem não faz leva".
Vem sendo comum o Atlético se sobressair diante de seus adversários, obtendo um maior domínio da bola e conseguindo chegar mais ao gol, porém, a falta de objetividade atleticana acaba pesando bastante no fim das contas.
A primeira etapa parecia caminhar para chegar ao fim com um empate em 0x0, mas após deixar passar suas oportunidades de balançar as redes, o Galo viu o Sport chegar ao gol, aos 29 minutos, com Rogério. No momento do tento rubro-negro, o Atlético estava melhor no jogo, mas com uma bobeira da defesa, sucumbiu.
Fomos para os vestiários em desvantagem, precisando acertar o pé para o segundo tempo.
Um ponto curioso é que chegamos a nove jogos sem conseguir balançar as redes no primeiro tempo. A última vez que isso aconteceu foi contra o Vitória, pela segunda rodada do campeonato.
Veio a etapa complementar e o Galo conseguiu o empate logo aos 3 minutos, com Cazares. Luan teve boa participação no lance do gol, que nos encheu de esperança para a sequência do jogo. Róger Guedes aparecia a todo momento, aproveitando a avenida do lado direito do Sport, mas sem uma colaboração maior dos companheiros, não pôde fazer muito. A impressão era de que com o mínimo de esforço o alvinegro conseguiria alcançar a virada, já que em termos de qualidade, tem uma equipe superior à do Sport.
O Galo se esforçou e a virada veio. Aos 20 minutos, o Bom Pastor balançou as redes, na sua volta ao time titular após uma virose, e fez explodir de emoção o coração alvinegro. Por pouco tempo, infelizmente.
Já virou rotina ver o Atlético ser superior e não conseguir converter seu bom desempenho em bom resultado, ou até mesmo não conseguir se organizar para segurar um placar favorável. Hoje, por exemplo, nossa alegria durou apenas dois minutos. Aos 22, o Sport alcançou seu gol de empate, com Gabriel. Quatro minutos depois, chegou à virada com Michel Bastos, de pênalti.
Completando cinco anos da defesa histórica que alavancou sua carreira e mudou nossas vidas, Victor esteve frente a frente com uma penalidade máxima novamente, mas dessa vez, nada pôde fazer. Santo para um lado, bola para o outro.
O time pernambucano estava na frente novamente, e o Galo nos trouxe mais uma frustração.
Derrota para o Vasco, para o Flamengo, na última rodada e mais esse revés diante do Sport. Em nenhuma dessas partidas pudemos dizer que fomos derrotados por um adversário mais objetivo, melhor postado em campo, ou até mesmo mais qualificado. Em todas as derrotas atleticanas no Campeonato Brasileiro, o Galo teve inúmeras chances de matar o jogo, mas não o fez. O time vem sofrendo com algumas falhas individuais e, principalmente, com a falta de peças para reposição.
Mais uma vez, voltamos a tocar no assunto "reforços". O próprio Thiago Larghi, que vem fazendo o seu melhor, já deixou claro que precisamos de pelo menos quatro reforços. Com a saída de Otero para o futebol árabe, chegamos a cinco ausências.
Com a derrota, o Galo pode ficar até quatro pontos atrás do líder, caso o Flamengo derrote o Bahia, quinta-feira, no Maracanã. Com o complemento da rodada, podemos cair até para a décima posição.
Jogo após jogo, fica claro que temos um bom time, bem treinado, mas que estamos longe de ter um plantel reforçado. Isso é o retrato de um clube sem comando. Infelizmente, não temos presidente, tampouco diretor de futebol. O preço se paga no campo, perdendo as oportunidades de chegar às conquistas que almejamos para a temporada.
Nosso próximo compromisso é contra a Chapecoense, algoz da Copa do Brasil. Recebemos o time catarinense, no Independência, às 16:00 do próximo sábado. Dadas as circunstâncias, só a vitória interessa, para quem sabe, alcançarmos uma sequência de vitórias jogando em Belo Horizonte, antes da parada para a Copa do Mundo.
#FalaGalo
Pela 8° rodada do Campeonato Brasileiro, o Galo visitou o Sport, na Ilha do Retiro, com o objetivo de recuperar a liderança da competição.
Aconteceu mais uma vez: com maior posse de bola e também mais chances criadas ao longo do primeiro tempo, o alvinegro teve grandes oportunidades de abrir o placar, mas as desperdiçou. Sendo assim, fez valer o ditado "quem não faz leva".
Vem sendo comum o Atlético se sobressair diante de seus adversários, obtendo um maior domínio da bola e conseguindo chegar mais ao gol, porém, a falta de objetividade atleticana acaba pesando bastante no fim das contas.
A primeira etapa parecia caminhar para chegar ao fim com um empate em 0x0, mas após deixar passar suas oportunidades de balançar as redes, o Galo viu o Sport chegar ao gol, aos 29 minutos, com Rogério. No momento do tento rubro-negro, o Atlético estava melhor no jogo, mas com uma bobeira da defesa, sucumbiu.
Fomos para os vestiários em desvantagem, precisando acertar o pé para o segundo tempo.
Um ponto curioso é que chegamos a nove jogos sem conseguir balançar as redes no primeiro tempo. A última vez que isso aconteceu foi contra o Vitória, pela segunda rodada do campeonato.
Veio a etapa complementar e o Galo conseguiu o empate logo aos 3 minutos, com Cazares. Luan teve boa participação no lance do gol, que nos encheu de esperança para a sequência do jogo. Róger Guedes aparecia a todo momento, aproveitando a avenida do lado direito do Sport, mas sem uma colaboração maior dos companheiros, não pôde fazer muito. A impressão era de que com o mínimo de esforço o alvinegro conseguiria alcançar a virada, já que em termos de qualidade, tem uma equipe superior à do Sport.
O Galo se esforçou e a virada veio. Aos 20 minutos, o Bom Pastor balançou as redes, na sua volta ao time titular após uma virose, e fez explodir de emoção o coração alvinegro. Por pouco tempo, infelizmente.
Já virou rotina ver o Atlético ser superior e não conseguir converter seu bom desempenho em bom resultado, ou até mesmo não conseguir se organizar para segurar um placar favorável. Hoje, por exemplo, nossa alegria durou apenas dois minutos. Aos 22, o Sport alcançou seu gol de empate, com Gabriel. Quatro minutos depois, chegou à virada com Michel Bastos, de pênalti.
Completando cinco anos da defesa histórica que alavancou sua carreira e mudou nossas vidas, Victor esteve frente a frente com uma penalidade máxima novamente, mas dessa vez, nada pôde fazer. Santo para um lado, bola para o outro.
O time pernambucano estava na frente novamente, e o Galo nos trouxe mais uma frustração.
Derrota para o Vasco, para o Flamengo, na última rodada e mais esse revés diante do Sport. Em nenhuma dessas partidas pudemos dizer que fomos derrotados por um adversário mais objetivo, melhor postado em campo, ou até mesmo mais qualificado. Em todas as derrotas atleticanas no Campeonato Brasileiro, o Galo teve inúmeras chances de matar o jogo, mas não o fez. O time vem sofrendo com algumas falhas individuais e, principalmente, com a falta de peças para reposição.
Mais uma vez, voltamos a tocar no assunto "reforços". O próprio Thiago Larghi, que vem fazendo o seu melhor, já deixou claro que precisamos de pelo menos quatro reforços. Com a saída de Otero para o futebol árabe, chegamos a cinco ausências.
Com a derrota, o Galo pode ficar até quatro pontos atrás do líder, caso o Flamengo derrote o Bahia, quinta-feira, no Maracanã. Com o complemento da rodada, podemos cair até para a décima posição.
Jogo após jogo, fica claro que temos um bom time, bem treinado, mas que estamos longe de ter um plantel reforçado. Isso é o retrato de um clube sem comando. Infelizmente, não temos presidente, tampouco diretor de futebol. O preço se paga no campo, perdendo as oportunidades de chegar às conquistas que almejamos para a temporada.
Nosso próximo compromisso é contra a Chapecoense, algoz da Copa do Brasil. Recebemos o time catarinense, no Independência, às 16:00 do próximo sábado. Dadas as circunstâncias, só a vitória interessa, para quem sabe, alcançarmos uma sequência de vitórias jogando em Belo Horizonte, antes da parada para a Copa do Mundo.
#FalaGalo

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