Saudações alvinegras!
Pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, o Galo recebeu a Chapecoense, no Independência, às 16 horas deste sábado.
Suspenso pelo terceiro cartão amarelo, Adilson não foi à campo e Elias assumiu sua posição.
Diferente do que deveria ser, nos primeiros minutos, tivemos um jogo um tanto quanto morno e não vimos o Galo propondo as ações da partida.
Róger Guedes, pra variar, se destacou positivamente, Ricardo Oliveira também. Já Luan e Cazares fizeram o contrário. Pouco apareceram no jogo e aparentavam até mesmo um certo cansaço.
O Galo foi pouco produtivo no ataque, não conseguiu aproveitar as poucas chances que teve, mas o time catarinense fez diferente.
Aos 19 minutos, gol da Chapecoense. Leandro Banana marcou após bola parada cobrada por Wellington Paulista. No minuto seguinte, nosso desespero se transformou em alívio: gol do Galo! Róger Guedes pegou a bola na esquerda, trouxe pro meio e ao chutar meio sem ângulo, possibilitou a sobra de bola e o tento do Bom Pastor. Ricardo Oliveira balançou as redes, entrou na briga pela artilharia do campeonato e o Galo voltou a marcar no primeiro tempo após nove partidas.
Após alcançar o empate, o Galo acreditou na possibilidade da virada, ainda no primeiro tempo e passou a ser mais produtivo em busca de seu objetivo.
Aos 34 minutos, o árbitro marcou pênalti de Welington Paulista em Gabriel e o alvinegro teve a chance da virada. Fábio Santos foi para a cobrança e não perdoou. Mais uma vez, comprovou seu bom aproveitamento como batedor balançando as redes, sem chances para o goleiro.
Três minutos depois, Leandro Banana, que já havia sido amarelado, recebeu seu segundo cartão amarelo e, consequentemente, o vermelho numa disputa de bola com Gabriel. Bem expulso o jogador da Chapecoense, já que foi imprudente no lance.
Com mais cinco minutos de acréscimo, o visitante teve a chance de empatar o jogo, em uma cobrança de falta. No último lance da etapa inicial, Arthur Kaique, que bate muito bem na bola, mandou a redonda na gaveta, sem chances para Victor.
Fim do primeiro tempo e dois gols para cada lado.
Com a vantagem de estar com um a mais, o Galo voltou para a etapa complementar com a necessidade de balançar as redes e de não sofrer mais gols.
Ao mesmo tempo em que buscava encaixar alguns ataques, o Galo também parecia aceitar a retranca da Chapecoense. Por isso, para colocar o time pra frente de uma vez por todas, Thiago Larghi optou por sacar Gabriel do time e colocar Erik em campo. Ousadia não faltou.
Aos 13 minutos do segundo tempo, a ousadia atleticana foi recompensada. Elias, fazendo o papel de garçom, tocou a bola para Róger Guedes que fez grande jogada e grande jogada nos pés de artilheiro só pode terminar de uma maneira: gol. O cabelinho de fogo se isolou na artilharia e nos colocou na frente novamente.
Procurando empatar mais uma vez, Apodi enfiou a bola para Wellington Paulista na área, este sofreu falta de Fábio Santos e o juíz assinalou a penalidade máxima. O lateral atleticano ainda recebeu o terceiro amarelo e está fora do clássico contra o América.
O camisa 9 alviverde foi para cobrança e alcançou o tento, deixando tudo igual no Independência, mais uma vez. Pela segunda vez consecutiva, o Galo sofreu três gols em uma mesma partida, o que traz um questionamento maior para seu setor defensivo.
Após ceder o empate, o Galo se tornou uma equipe muito desorganizada. Era necessário ficar de olho nas chegadas da Chapecoense, já que tínhamos apenas um zagueiro em campo, mas ao mesmo tempo precisávamos alcançar um novo gol, já que só a vitória nos interessava.
Já nos acréscimos, em uma das chegadas do Atlético, o jogador da Chapecoense se esqueceu que se trata de futebol, não de vôlei e meteu a mão na bola, grotescamente. O juízão fez vista grossa, deu apenas escanteio e, com isso, terminamos o jogo com um empate pra lá de amargo.
A sequência do Galo no Brasileirão vem sendo favorável. Estamos trabalhando com cenários bem positivos, já que temos a vantagem de jogar em casa, na maioria das vezes. Porém, o time alvinegro não vem se aproveitando disso. Nitidamente, a falta de vontade, além da falta de peças de reposição, vem sendo nossa pior inimiga. Prova disso é o comodismo da equipe a cada vez que está a frente no placar e acaba cedendo empates e viradas. Basta olhar os resultados recentes. Foi derrotado pelo Flamengo, pelo Sport e hoje, somente empatou com a Chapecoense, mesmo estando com um a mais.
Os resultados estão sendo bem diferentes do que esperávamos, já que vimos essa sequência como uma chance de alavancar nossa campanha. Não está sendo assim, infelizmente.
Com o empate, o Galo subiu para a sétima colocação - mas vale ressaltar que este é só o início da rodada. Podemos cair algumas posições, dependendo dos resultados nos confrontos restantes.
Mais uma vez, a falta de planejamento para a temporada atleticana vem nos custando pontos importantes no Brasileirão, além de já ter nos tirado de outras competições também importantes. É frustrante e, infelizmente, a frustração em relação ao Galo já virou um clichê.
#FalaGalo
Imagem: Clube Atlético Mineiro
Pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, o Galo recebeu a Chapecoense, no Independência, às 16 horas deste sábado.
Suspenso pelo terceiro cartão amarelo, Adilson não foi à campo e Elias assumiu sua posição.
Diferente do que deveria ser, nos primeiros minutos, tivemos um jogo um tanto quanto morno e não vimos o Galo propondo as ações da partida.
Róger Guedes, pra variar, se destacou positivamente, Ricardo Oliveira também. Já Luan e Cazares fizeram o contrário. Pouco apareceram no jogo e aparentavam até mesmo um certo cansaço.
O Galo foi pouco produtivo no ataque, não conseguiu aproveitar as poucas chances que teve, mas o time catarinense fez diferente.
Aos 19 minutos, gol da Chapecoense. Leandro Banana marcou após bola parada cobrada por Wellington Paulista. No minuto seguinte, nosso desespero se transformou em alívio: gol do Galo! Róger Guedes pegou a bola na esquerda, trouxe pro meio e ao chutar meio sem ângulo, possibilitou a sobra de bola e o tento do Bom Pastor. Ricardo Oliveira balançou as redes, entrou na briga pela artilharia do campeonato e o Galo voltou a marcar no primeiro tempo após nove partidas.
Após alcançar o empate, o Galo acreditou na possibilidade da virada, ainda no primeiro tempo e passou a ser mais produtivo em busca de seu objetivo.
Aos 34 minutos, o árbitro marcou pênalti de Welington Paulista em Gabriel e o alvinegro teve a chance da virada. Fábio Santos foi para a cobrança e não perdoou. Mais uma vez, comprovou seu bom aproveitamento como batedor balançando as redes, sem chances para o goleiro.
Três minutos depois, Leandro Banana, que já havia sido amarelado, recebeu seu segundo cartão amarelo e, consequentemente, o vermelho numa disputa de bola com Gabriel. Bem expulso o jogador da Chapecoense, já que foi imprudente no lance.
Com mais cinco minutos de acréscimo, o visitante teve a chance de empatar o jogo, em uma cobrança de falta. No último lance da etapa inicial, Arthur Kaique, que bate muito bem na bola, mandou a redonda na gaveta, sem chances para Victor.
Fim do primeiro tempo e dois gols para cada lado.
Com a vantagem de estar com um a mais, o Galo voltou para a etapa complementar com a necessidade de balançar as redes e de não sofrer mais gols.
Ao mesmo tempo em que buscava encaixar alguns ataques, o Galo também parecia aceitar a retranca da Chapecoense. Por isso, para colocar o time pra frente de uma vez por todas, Thiago Larghi optou por sacar Gabriel do time e colocar Erik em campo. Ousadia não faltou.
Aos 13 minutos do segundo tempo, a ousadia atleticana foi recompensada. Elias, fazendo o papel de garçom, tocou a bola para Róger Guedes que fez grande jogada e grande jogada nos pés de artilheiro só pode terminar de uma maneira: gol. O cabelinho de fogo se isolou na artilharia e nos colocou na frente novamente.
Procurando empatar mais uma vez, Apodi enfiou a bola para Wellington Paulista na área, este sofreu falta de Fábio Santos e o juíz assinalou a penalidade máxima. O lateral atleticano ainda recebeu o terceiro amarelo e está fora do clássico contra o América.
O camisa 9 alviverde foi para cobrança e alcançou o tento, deixando tudo igual no Independência, mais uma vez. Pela segunda vez consecutiva, o Galo sofreu três gols em uma mesma partida, o que traz um questionamento maior para seu setor defensivo.
Após ceder o empate, o Galo se tornou uma equipe muito desorganizada. Era necessário ficar de olho nas chegadas da Chapecoense, já que tínhamos apenas um zagueiro em campo, mas ao mesmo tempo precisávamos alcançar um novo gol, já que só a vitória nos interessava.
Já nos acréscimos, em uma das chegadas do Atlético, o jogador da Chapecoense se esqueceu que se trata de futebol, não de vôlei e meteu a mão na bola, grotescamente. O juízão fez vista grossa, deu apenas escanteio e, com isso, terminamos o jogo com um empate pra lá de amargo.
A sequência do Galo no Brasileirão vem sendo favorável. Estamos trabalhando com cenários bem positivos, já que temos a vantagem de jogar em casa, na maioria das vezes. Porém, o time alvinegro não vem se aproveitando disso. Nitidamente, a falta de vontade, além da falta de peças de reposição, vem sendo nossa pior inimiga. Prova disso é o comodismo da equipe a cada vez que está a frente no placar e acaba cedendo empates e viradas. Basta olhar os resultados recentes. Foi derrotado pelo Flamengo, pelo Sport e hoje, somente empatou com a Chapecoense, mesmo estando com um a mais.
Os resultados estão sendo bem diferentes do que esperávamos, já que vimos essa sequência como uma chance de alavancar nossa campanha. Não está sendo assim, infelizmente.
Com o empate, o Galo subiu para a sétima colocação - mas vale ressaltar que este é só o início da rodada. Podemos cair algumas posições, dependendo dos resultados nos confrontos restantes.
Mais uma vez, a falta de planejamento para a temporada atleticana vem nos custando pontos importantes no Brasileirão, além de já ter nos tirado de outras competições também importantes. É frustrante e, infelizmente, a frustração em relação ao Galo já virou um clichê.
#FalaGalo
Imagem: Clube Atlético Mineiro

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