Saudações Alvinegras!
Após 34 longos dias, o Galão voltou a campo, às 21h45min dessa quarta-feira, na Arena do Grêmio.
Durante a parada para a Copa do Mundo ocorreram muitas mudanças no plantel atleticano e, obviamente, no que tivemos em campo hoje (ontem).
Já havíamos nos despedido de Otero, e tivemos que fazer o mesmo com mais alguns dos nossos jogadores. Perdemos Bremer para o futebol italiano, Gustavo Blanco para o departamento médico até a próxima temporada, Adilson pelos próximos dias e Róger Guedes, nosso principal jogador até então, para o futebol chinês. Em compensação, recebemos Chara, Terans, Edinho, Denilson, Zé Welison e Leandrinho para compor o elenco.
Com o objetivo de se manter nas primeiras posições, tivemos uma prova de fogo logo no primeiro jogo após essa longa pausa: o ajeitado Grêmio, de Renato Gaúcho. Antes mesmo de rolar a bola, sabíamos que seria um grande jogo e também uma partida complicada. Simplesmente não dá para encarar o Grêmio em sua arena e esperar vida fácil.
No início da partida, o Galo até que conseguiu controlar as ações da mesma, mas rapidamente o Tricolor passou a tocar a bola com tranquilidade, se impondo sobre o time atleticano. Edinho, que havia sido a escolha de Larghi para substituir Róger Guedes, não suportou nem mesmo o primeiro tempo devido a um problema na parte posterior da coxa esquerda e deu lugar à Denilson, fazendo o Galo perder bastante em velocidade.
O Grêmio forçou muito no ataque durante todo o primeiro tempo, se aproveitando principalmente dos espaços deixados no lado direito e até criou boas chances com Everton e Maicon, respectivamente, mas o Galo soube se portar diante da dificuldade e não teve sua defesa vazada. Mesmo não sofrendo gols, o Galo foi ao vestiário nos deixando com a sensação de que faltou algo mais, afinal, não ameaçou tanto quanto foi ameaçado. Houve entrega na etapa inicial, mas o time não se mostrou tão disposto a marcar gols e alcançar o triunfo, talvez até pelas mudanças em sua escalação.
Na volta do intervalo o Atlético não se viu mais relaxado, muito pelo contrário. A pressão tricolor persistiu e logo aos 06 minutos, nos reencontramos com uma velha conhecida: a bola parada adversária. Mais uma vez, o Galo sucumbiu e teve suas redes balançadas. Bressan subiu livre, sem ninguém para marcá-lo e não perdoou.
Sete minutos depois, aos 13, André fez valer a lei do ex e ampliou o placar para o Grêmio, também de cabeça. Após sofrer o primeiro gol o Galo já havia se "desligado" do jogo, o que facilitou o segundo tento do mandante.
Ao ver o adversário aumentar sua vantagem, Thiago Larghi trouxe Thomás Andrade a campo, no lugar de Luan. Aquela típica subscrição que não nos inspira mais otimismo. Buscando uma reação, o alvinegro até tentou criar algumas oportunidades, mas o Grêmio se comportava bem e sabia controlar o jogo, algo já normal para os comandados de Renato Gaúcho.
Aos 25, após cobrança de falta perigosa para o Grêmio, o auxiliar postado atrás do gol alegou pênalti de Fábio Santos em Everton, mesmo após o árbitro mandar seguir. Luan foi para a marca do cal mas mandou a bola na trave, o que nos livrou de uma desvantagem ainda maior.
Tentando uma injeção de ânimo no time alvinegro, Larghi deu a Tenras a oportunidade de estrear hoje (ontem), mesmo que com pouco tempo para agir. O uruguaio entrou no lugar de Chará, que teve uma atuação abaixo do esperado, já que sem dúvidas tem algo mais a acrescentar.
Falando em deixar a desejar, podemos atingir toda a equipe atleticana. Estamos falando do Grêmio em Porto Alegre, um dos maiores desafios para qualquer adversário do tricolor, porém, o modo como aceitou a derrota faz o Galo voltar a nos preocupar. As mudanças no time trouxeram uma fragilidade maior, mas todos nós esperávamos mais dessa intertemporada.
O Galo não deu nenhum trabalho ao Grêmio, analisando o contexto geral. Foi um mero expectador que teve o "privilégio" de ver um time jogar aquele futebol redondinho que todo torcedor sonha em ver em seu clube de coração. Basicamente, passamos mais de um mês aguardando para voltar a ver o Galo em campo, mas o que vimos não agradou em nada.
A postura atleticana em nada combina com as nossas ambições para a temporada. Temos apenas o Brasileirão a ser disputado em 2018, e o mínimo que se espera para encarar esse longo campeonato é vontade, algo que faltou hoje.
Thiago Larghi inventou demais ao escalar o time, quando o ideal seria jogar de uma maneira mais simples, levando em consideração as mudanças radicais que tivemos que encarar. Isso sem dúvidas fez do Galo uma equipe bagunçada em grande parte do jogo, o que facilitou ainda mais a vida do Grêmio.
Com a derrota por 2x0 ainda perdemos uma posição. Ao vencer o Flamengo, o São Paulo nos ultrapassou na tabela e se encontra com três pontos de vantagem.
Com essa equipe desencaixada, temos um desafio tão grande quanto o desta noite, no domingo, às 16 horas. Dono de um ataque poderoso e, em contrapartida, de uma defesa medonha, o Galo visitará o Palmeiras, no Allianz Parque, buscando pontuar na próxima rodada para tentar compensar de alguma maneira o show de horrores apresentado hoje (ontem).
O alviverde não nos vence desde 2011, sendo assim, que o Galo consiga manter este tabu, que possa trazer no mínimo um ponto para casa e, principalmente, que apresente um melhor futebol, com a cara de uma equipe que almeja vencer.
#FalaGalo
Após 34 longos dias, o Galão voltou a campo, às 21h45min dessa quarta-feira, na Arena do Grêmio.
Durante a parada para a Copa do Mundo ocorreram muitas mudanças no plantel atleticano e, obviamente, no que tivemos em campo hoje (ontem).
Já havíamos nos despedido de Otero, e tivemos que fazer o mesmo com mais alguns dos nossos jogadores. Perdemos Bremer para o futebol italiano, Gustavo Blanco para o departamento médico até a próxima temporada, Adilson pelos próximos dias e Róger Guedes, nosso principal jogador até então, para o futebol chinês. Em compensação, recebemos Chara, Terans, Edinho, Denilson, Zé Welison e Leandrinho para compor o elenco.
Com o objetivo de se manter nas primeiras posições, tivemos uma prova de fogo logo no primeiro jogo após essa longa pausa: o ajeitado Grêmio, de Renato Gaúcho. Antes mesmo de rolar a bola, sabíamos que seria um grande jogo e também uma partida complicada. Simplesmente não dá para encarar o Grêmio em sua arena e esperar vida fácil.
No início da partida, o Galo até que conseguiu controlar as ações da mesma, mas rapidamente o Tricolor passou a tocar a bola com tranquilidade, se impondo sobre o time atleticano. Edinho, que havia sido a escolha de Larghi para substituir Róger Guedes, não suportou nem mesmo o primeiro tempo devido a um problema na parte posterior da coxa esquerda e deu lugar à Denilson, fazendo o Galo perder bastante em velocidade.
O Grêmio forçou muito no ataque durante todo o primeiro tempo, se aproveitando principalmente dos espaços deixados no lado direito e até criou boas chances com Everton e Maicon, respectivamente, mas o Galo soube se portar diante da dificuldade e não teve sua defesa vazada. Mesmo não sofrendo gols, o Galo foi ao vestiário nos deixando com a sensação de que faltou algo mais, afinal, não ameaçou tanto quanto foi ameaçado. Houve entrega na etapa inicial, mas o time não se mostrou tão disposto a marcar gols e alcançar o triunfo, talvez até pelas mudanças em sua escalação.
Na volta do intervalo o Atlético não se viu mais relaxado, muito pelo contrário. A pressão tricolor persistiu e logo aos 06 minutos, nos reencontramos com uma velha conhecida: a bola parada adversária. Mais uma vez, o Galo sucumbiu e teve suas redes balançadas. Bressan subiu livre, sem ninguém para marcá-lo e não perdoou.
Sete minutos depois, aos 13, André fez valer a lei do ex e ampliou o placar para o Grêmio, também de cabeça. Após sofrer o primeiro gol o Galo já havia se "desligado" do jogo, o que facilitou o segundo tento do mandante.
Ao ver o adversário aumentar sua vantagem, Thiago Larghi trouxe Thomás Andrade a campo, no lugar de Luan. Aquela típica subscrição que não nos inspira mais otimismo. Buscando uma reação, o alvinegro até tentou criar algumas oportunidades, mas o Grêmio se comportava bem e sabia controlar o jogo, algo já normal para os comandados de Renato Gaúcho.
Aos 25, após cobrança de falta perigosa para o Grêmio, o auxiliar postado atrás do gol alegou pênalti de Fábio Santos em Everton, mesmo após o árbitro mandar seguir. Luan foi para a marca do cal mas mandou a bola na trave, o que nos livrou de uma desvantagem ainda maior.
Tentando uma injeção de ânimo no time alvinegro, Larghi deu a Tenras a oportunidade de estrear hoje (ontem), mesmo que com pouco tempo para agir. O uruguaio entrou no lugar de Chará, que teve uma atuação abaixo do esperado, já que sem dúvidas tem algo mais a acrescentar.
Falando em deixar a desejar, podemos atingir toda a equipe atleticana. Estamos falando do Grêmio em Porto Alegre, um dos maiores desafios para qualquer adversário do tricolor, porém, o modo como aceitou a derrota faz o Galo voltar a nos preocupar. As mudanças no time trouxeram uma fragilidade maior, mas todos nós esperávamos mais dessa intertemporada.
O Galo não deu nenhum trabalho ao Grêmio, analisando o contexto geral. Foi um mero expectador que teve o "privilégio" de ver um time jogar aquele futebol redondinho que todo torcedor sonha em ver em seu clube de coração. Basicamente, passamos mais de um mês aguardando para voltar a ver o Galo em campo, mas o que vimos não agradou em nada.
A postura atleticana em nada combina com as nossas ambições para a temporada. Temos apenas o Brasileirão a ser disputado em 2018, e o mínimo que se espera para encarar esse longo campeonato é vontade, algo que faltou hoje.
Thiago Larghi inventou demais ao escalar o time, quando o ideal seria jogar de uma maneira mais simples, levando em consideração as mudanças radicais que tivemos que encarar. Isso sem dúvidas fez do Galo uma equipe bagunçada em grande parte do jogo, o que facilitou ainda mais a vida do Grêmio.
Com a derrota por 2x0 ainda perdemos uma posição. Ao vencer o Flamengo, o São Paulo nos ultrapassou na tabela e se encontra com três pontos de vantagem.
Com essa equipe desencaixada, temos um desafio tão grande quanto o desta noite, no domingo, às 16 horas. Dono de um ataque poderoso e, em contrapartida, de uma defesa medonha, o Galo visitará o Palmeiras, no Allianz Parque, buscando pontuar na próxima rodada para tentar compensar de alguma maneira o show de horrores apresentado hoje (ontem).
O alviverde não nos vence desde 2011, sendo assim, que o Galo consiga manter este tabu, que possa trazer no mínimo um ponto para casa e, principalmente, que apresente um melhor futebol, com a cara de uma equipe que almeja vencer.
#FalaGalo

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