Imagem: AtmeticoMG
Saudações Alvinegras!
Vindo de um empate sonolento contra o Corinthians, o Galo tinha um baita desafio pela frente: o São Paulo, líder do campeonato.
Todo mundo esperava um jogo a todo vapor, principalmente após o discurso inflamado de Ricardo Oliveira em sua última coletiva e, para o nosso deleite, foi assim que a partida começou. Embalado pelo canto da Massa, o Atlético fez as honras da casa e mostrou estar disposto a vencer, controlando as ações do jogo desde o início.
O Galo chegou, o São Paulo também, mas quem saiu na frente foi o alvinegro, com gol contra de Régis. Em um primeiro momento, o gol pareceu ser de Ricardo Oliveira, que cabeceou, bateu no peito e foi pra cima, explodindo o Independência. Aos 08 minutos, o camisa 9 recebeu um bom cruzamento de Galdezani, a redonda bateu na trave e morreu no fundo das redes, mas antes disso, também bateu em Régis e o 4° árbitro computou gol contra para o lateral são-paulino. Não importando muito dos pés de quem veio o tento, o Galão abriu o marcador, para o alívio da Massa.
Não bastando estar na frente, o Galo seguiu sufocando o São Paulo, chegando com perigo e buscando ampliar o placar. Todo o ímpeto atleticano e o fato de o gol ter saído no início da partida, fizeram com que o tricolor paulista saísse para o jogo e deixasse o Galo jogando mais à vontade, o que foi de suma importância, já que uma das maiores dificuldades do time de Thiago Larghi é lidar com adversários fechados.
O objetivo do Galo era chamar o São Paulo pra cima. Sem se intimidar por completo, o visitante acatou nosso convite e também chegou ao ataque, obrigando Victor a trabalhar.
Aquele futebol jogado pra frente, com a nítida vontade de vencer é o que todo atleticano quer do Atlético e foi assim que o Galão da Massa se apresentou no primeiro tempo, logo, terminou a primeira etapa na frente com todos os méritos.
No segundo tempo, o São Paulo voltou disposto a igualar o marcador e abafou o Galo desde os primeiros segundos. Com a atitude do tricolor, o time atleticano passou a ser aquele que precisa segurar o adversário, através de uma entrega sem tamanho.
Para possibilitar uma boa saída em contra-ataque, Larghi promoveu a estréia de Leandrinho, que foi à campo no lugar de Thomas Andrade. Que o São Paulo nos ameaçaria não havia dúvidas, talvez por este motivo o professor optou por colocar esta carta na manga.
Nosso visitante fez de tudo para ser indigesto, mostrou o motivo de estar tão bem colocado na tabela e fez o Galo trabalhar. A pressão sofrida pelo Atlético fez sua capacidade em administrar um placar aparecer (depois de muito tempo) e colocou um sorriso no rosto de todo atleticano. Após longos 50 minutos neste segundo tempo, o juízão apitou o fim do jogo e aliviou o peito de todo aquele fardado de preto e branco, no campo e na arquibancada.
O ímpeto do Galo no primeiro tempo para pressionar o São Paulo e construir o placar e sua maturidade e esforço para mantê-lo no segundo devem ser enaltecidos. Já passamos por poucas e boas neste campeonato, já vimos muitos pontos indo pelo ralo por falhas individuais e não nos acanhamos em apontar os insucessos, sendo assim, devemos aplaudir o esforço deste time hoje, que se entregou bastante. Não foi um jogo brilhante, analisando-o tecnicamente, principalmente no segundo tempo, mas o coletivo prevaleceu e como isso nos faltou em diversas oportunidades, é preciso ressaltar.
As palavras de Ricardo Oliveira, no fim das contas, surtiram efeito e a conexão jogadores/raça se fez presente diante do São Paulo. O até então líder do campeonato fez uma partida de quem não se entrega e este tipo de adversário pode explorar as fraquezas de um time, mas também pode acentuar seus pontos fortes. No nosso caso, a última opção foi a que prevaleceu.
Muito do que se fala ao fim de uma partida não serve para a rodada que virá, tamanha a dinamicidade do Campeonato Brasileiro, mas uma coisa é certa: em termos técnicos, as equipes colocadas à frente do Galo não são tão superiores assim. Às vezes pode faltar perna, mas é nessa hora que a tão cobrada raça deve entrar. Raça essa que vimos em Maidana, em sua partida tão segura, em Luan - o que não é novidade, em Victor, com o reflexo mais que apurado e em todos os outros jogadores que sabem que o objetivo agora é jogar cada jogo como uma final.
Se chegaremos ao topo ou não, é algo imprevisível em um campeonato de pontos corridos, mas sonhar com este time raçudo para as próximas rodadas não faz mal a ninguém, até porque a Massa joga junto e jogar junto é não largar o osso, não perder o otimismo e até se iludir um pouquinho.
Se você voltou a se iludir, tudo bem. Se você acredita que raça pode suprir a falta de qualidade em determinados jogadores, tudo bem. Eu também acredito e já até vi acontecer. Pode parecer otimismo demais, mas volto a dizer, está tudo bem. Pelo menos por hoje... Como eu disse, a dinamicidade do campeonato é enorme.
Vamos juntos, Galo!
#FalaGalo
Saudações Alvinegras!
Vindo de um empate sonolento contra o Corinthians, o Galo tinha um baita desafio pela frente: o São Paulo, líder do campeonato.
Todo mundo esperava um jogo a todo vapor, principalmente após o discurso inflamado de Ricardo Oliveira em sua última coletiva e, para o nosso deleite, foi assim que a partida começou. Embalado pelo canto da Massa, o Atlético fez as honras da casa e mostrou estar disposto a vencer, controlando as ações do jogo desde o início.
O Galo chegou, o São Paulo também, mas quem saiu na frente foi o alvinegro, com gol contra de Régis. Em um primeiro momento, o gol pareceu ser de Ricardo Oliveira, que cabeceou, bateu no peito e foi pra cima, explodindo o Independência. Aos 08 minutos, o camisa 9 recebeu um bom cruzamento de Galdezani, a redonda bateu na trave e morreu no fundo das redes, mas antes disso, também bateu em Régis e o 4° árbitro computou gol contra para o lateral são-paulino. Não importando muito dos pés de quem veio o tento, o Galão abriu o marcador, para o alívio da Massa.
Não bastando estar na frente, o Galo seguiu sufocando o São Paulo, chegando com perigo e buscando ampliar o placar. Todo o ímpeto atleticano e o fato de o gol ter saído no início da partida, fizeram com que o tricolor paulista saísse para o jogo e deixasse o Galo jogando mais à vontade, o que foi de suma importância, já que uma das maiores dificuldades do time de Thiago Larghi é lidar com adversários fechados.
O objetivo do Galo era chamar o São Paulo pra cima. Sem se intimidar por completo, o visitante acatou nosso convite e também chegou ao ataque, obrigando Victor a trabalhar.
Aquele futebol jogado pra frente, com a nítida vontade de vencer é o que todo atleticano quer do Atlético e foi assim que o Galão da Massa se apresentou no primeiro tempo, logo, terminou a primeira etapa na frente com todos os méritos.
No segundo tempo, o São Paulo voltou disposto a igualar o marcador e abafou o Galo desde os primeiros segundos. Com a atitude do tricolor, o time atleticano passou a ser aquele que precisa segurar o adversário, através de uma entrega sem tamanho.
Para possibilitar uma boa saída em contra-ataque, Larghi promoveu a estréia de Leandrinho, que foi à campo no lugar de Thomas Andrade. Que o São Paulo nos ameaçaria não havia dúvidas, talvez por este motivo o professor optou por colocar esta carta na manga.
Nosso visitante fez de tudo para ser indigesto, mostrou o motivo de estar tão bem colocado na tabela e fez o Galo trabalhar. A pressão sofrida pelo Atlético fez sua capacidade em administrar um placar aparecer (depois de muito tempo) e colocou um sorriso no rosto de todo atleticano. Após longos 50 minutos neste segundo tempo, o juízão apitou o fim do jogo e aliviou o peito de todo aquele fardado de preto e branco, no campo e na arquibancada.
O ímpeto do Galo no primeiro tempo para pressionar o São Paulo e construir o placar e sua maturidade e esforço para mantê-lo no segundo devem ser enaltecidos. Já passamos por poucas e boas neste campeonato, já vimos muitos pontos indo pelo ralo por falhas individuais e não nos acanhamos em apontar os insucessos, sendo assim, devemos aplaudir o esforço deste time hoje, que se entregou bastante. Não foi um jogo brilhante, analisando-o tecnicamente, principalmente no segundo tempo, mas o coletivo prevaleceu e como isso nos faltou em diversas oportunidades, é preciso ressaltar.
As palavras de Ricardo Oliveira, no fim das contas, surtiram efeito e a conexão jogadores/raça se fez presente diante do São Paulo. O até então líder do campeonato fez uma partida de quem não se entrega e este tipo de adversário pode explorar as fraquezas de um time, mas também pode acentuar seus pontos fortes. No nosso caso, a última opção foi a que prevaleceu.
Muito do que se fala ao fim de uma partida não serve para a rodada que virá, tamanha a dinamicidade do Campeonato Brasileiro, mas uma coisa é certa: em termos técnicos, as equipes colocadas à frente do Galo não são tão superiores assim. Às vezes pode faltar perna, mas é nessa hora que a tão cobrada raça deve entrar. Raça essa que vimos em Maidana, em sua partida tão segura, em Luan - o que não é novidade, em Victor, com o reflexo mais que apurado e em todos os outros jogadores que sabem que o objetivo agora é jogar cada jogo como uma final.
Se chegaremos ao topo ou não, é algo imprevisível em um campeonato de pontos corridos, mas sonhar com este time raçudo para as próximas rodadas não faz mal a ninguém, até porque a Massa joga junto e jogar junto é não largar o osso, não perder o otimismo e até se iludir um pouquinho.
Se você voltou a se iludir, tudo bem. Se você acredita que raça pode suprir a falta de qualidade em determinados jogadores, tudo bem. Eu também acredito e já até vi acontecer. Pode parecer otimismo demais, mas volto a dizer, está tudo bem. Pelo menos por hoje... Como eu disse, a dinamicidade do campeonato é enorme.
Vamos juntos, Galo!
#FalaGalo

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