Na Arena Condá, Galo é derrotado pela Chapecoense e se afasta um pouco mais dos primeiros colocados.


Saudações Alvinegras!

Sem Ricardo Oliveira no ataque e precisando vencer para se manter na parte de cima da tabela, o Galo visitou a Chapecoense em busca de mais uma vitória fora de casa.

Apesar de estar em seus domínios, a Chape foi quem se viu recuada logo de cara. A pressão atleticana indicava que o Galo buscaria o triunfo a qualquer custo, e em poucos minutos o alvinegro já havia sufocado a dona da casa em diversas oportunidades.

Conforme o Galo oferecia perigo, a Chapecoense se segurava como podia lá atrás, cedendo um escanteio atrás do outro ao visitante. A impressão era que o Atlético abriria o placar a qualquer momento, tamanha a pressão atleticana na Arena Condá.

Com pouco mais de trinta minutos de jogo o Galo tinha maior posse de bola, havia feito catorze cruzamentos, cobrado cinco escanteios e finalizado quatro vezes, a mais perigosa delas com Gabriel, que parou em Jandrei.

Mesmo com toda essa superioridade, o Galo não soube aproveitar seu bom momento e não chegou ao gol. Nos últimos momentos da primeira etapa, o rendimento de ambos os times caiu bastante e a qualidade técnica do jogo também. Após quatro minutos de acréscimo, o juíz apitou o fim do primeiro tempo com o placar intacto.

Na etapa complementar o Galo não demonstrou o mesmo ímpeto dos primeiros quarenta e cinco minutos e viu a Chapecoense crescer no jogo. O alviverde se colocou mais a frente e o que não deu de trabalho no primeiro tempo, compensou em algumas oportunidades na segunda etapa. Victor, que mal havia se mexido até aqui, também teve que trabalhar um pouco mais.

Ao passo em que a Chape melhorava seu jogo, ficava claro que o Galo deveria ter aproveitado as boas chances que havia tido até ali. Alguns jogadores deixaram a desejar, como por exemplo Denilson, estreando como titular, não rendeu o esperado e não se comportou como o homem-gol de quem precisávamos.

Aos poucos o Galo se encontrou no segundo tempo e por pouco não fez seu gol. Como a lei do "quem não faz leva" é quase implacável, o alvinegro ganhou um motivo a mais para lamentar: não perderíamos somente dois pontos, perderíamos todos os três.

Aos 47 minutos, quando tudo parecia se encaminhar para um empate, Bruno Silva escorou a bola para Doffo, que a cruzou na direção do gol atleticano. A redonda desviou em Leonardo Silva e morreu no fundo das redes, encobrindo Victor e colocando a Chapecoense à frente, na bacia das almas.

O Galo de hoje não se pareceu muito com o do último domingo, que também criou boas chances, mas conseguiu aproveitá-las e convertê-las em gols.

O resultado era inesperado, já que apesar de estar em casa a Chapecoense não representava uma grande ameaça, mas venceu quem foi mais competente em se aproveitar dos bons momentos que teve.

Com mais uma derrota fora de casa ficamos estacionados nos 45 pontos, um pouco mais distantes dos cinco primeiros colocados.

Para se recuperar, o Galo tem um clássico pela frente. Enfrentamos o América, no Independência, às 19 horas do próximo domingo. Levando em conta o adversário e sua colocação na tabela, o único resultado aceitável é uma vitória, justamente o que não fizemos hoje, também contra um time mal colocado na competição.

A esperança é que o Galo não ressuscite mais ninguém e saiba se comportar como um time que deseja vencer, principalmente os adversários que são inferiores tecnicamente e, consequentemente, podem nos proporcionar uma maior quantidade de pontos.

#FalaGalo @Jeatleticana

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